Controvérsias em Jerusalém

VERSO PARA MEMORIZAR:
"E, quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem, para que o Pai de vocês, que está nos Céus, perdoe as ofensas de vocês’’ (Marcos 11:25).

Leituras da semana:
Marcos 11; 1Reis 1:32-48; Zacarias 9:9, 10: Isaías 56:7; Jeremias 7:11; Marcos 12:1-34.
Em Marcos 2 e 3, é registrada uma série de cinco conflitos entre Jesus e os líderes religiosos (veja a lição 3). Na lição desta semana, quando Jesus chega a Jerusalém, Ele agora tem uma série de seis conflitos com os líderes religiosos. Esses dois grupos de conflitos servem como uma moldura no início e no fim de Seu ministério na terra.

Cada grupo trata de questões importantes da vida cristã. As instruções de Jesus, mesmo nesses momentos de discussão, ajudam a orientar os cristãos nas questões fundamentais da fé e nas questões práticas do dia a dia.

Os líderes religiosos tentavam confrontar, confundir e derrotar Jesus, mas nunca conseguiam. Parte da lição desta semana analisa o que leva as pessoas a se oporem a Deus, além de considerar o que os cristãos podem fazer para diminuir o preconceito e falar ao coração daqueles que resistem ao chamado do Espírito Santo.

Em Marcos 11, o ministério de Jesus se desenvolve em Jerusalém, quando Ele vai para a Páscoa (meses de março a abril). Os capítulos 11 a 16 de Marcos cobrem essa semana. O tempo da narrativa desacelera bastante. Os primeiros 10 capítulos cobrem aproximadamente três anos e meio. Essa desaceleração aponta para a importância dessas cenas finais.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado,31 de Agosto.

Sonho muda a vida do pai

Por Andrew McChesney

Anush orou durante anos para que o pai fosse a Deus. Depois do pai permitiu que ela e a mãe voltassem à igreja aos sábados, ela começou a orar ainda mais fervorosamente, implorando a Deus que se revelasse ao pai.

“Não quero ser o centro desta história. Ignore-me”, ela orou. "Falar ao Pai através de sonhos, visões ou amigos. Eu só quero a salvação dele.”

Ela entregou o assunto a Deus. “É sobre você e ele”, disse ela.

Então o pai teve um sonho. Nele, ele viu fogo chovendo sobre uma cidade localizada perto de sua cidade na Armênia. Ele viu algumas pessoas correndo e gritando e outras que estavam em paz e cantando. O pai ficou surpreso. Ele contou a Anush e à mãe sobre o sonho.

Mais ou menos na mesma época, Anush assistiu a um sermão online sobre o Espírito Santo e contou ao Pai sobre isso. “O pregador disse que o fogo do Espírito Santo nos protege do fogo do inferno”, disse ela. “Quando você receber o fogo do Espírito Santo, você não terá medo do fogo no fim do mundo.”

Algo clicou. O Padre entendeu que as pessoas assustadas em seu sonho não tinham o Espírito Santo e tinham medo do fogo do inferno, enquanto as pessoas pacíficas não tinham medo porque haviam recebido o fogo do Espírito Santo. Ele se lembrou de ter lido que o Espírito Santo, na forma de uma pomba, desceu sobre Jesus no Seu batismo (Mateus 3:16).

“Preciso ser batizado”, disse meu pai.

Mas as palavras lhe soaram estranhas mesmo quando saíram de sua boca.

A Arménia orgulha-se de ser o primeiro país a adoptar o cristianismo, em 301 d.C., e muitos arménios consideram ser seu dever ser cristãos. Eles foram batizados quando crianças, não como adultos. Agora, meu pai não tinha certeza do que fazer.

“Você tem a Bíblia”, disse Anush. "Leia-o. Deixe a Bíblia responder às suas questões. Deixe a Bíblia levá-lo à igreja certa.”

Meu pai leu a Bíblia com ainda mais atenção. Certo dia, um amigo lhe perguntou por que ele lia a Bíblia com tanta atenção. “É algo para se gabar?” o amigo perguntou. “Se Jesus viesse amanhã, você diria: ‘Eu li a Bíblia?’ Isso seria suficiente?”

As perguntas chocaram o pai. Todo o seu corpo tremia. Pouco tempo depois, quando já havia saído da casa do amigo e estava sozinho no carro, ele abriu seu coração a Deus. “Se Jesus viesse amanhã, o que eu diria a Ele?” ele orou. “Se Jesus realmente viesse, o que eu diria a Ele?”

Ele foi para casa e disse à mãe: “Irei à igreja com você no próximo Sábado”.

Mas o pai não queria ir à igreja local da cidade, que era composta por sete mulheres. “Vamos à igreja na próxima cidade”, disse ele.

A partir daquele Sábado, o Pai começou a adorar todas as semanas na igreja.

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Entrada triunfal

Leia Marcos 11:1-11; Zacarias 9:9, 10. O que aconteceu com Jesus?

Metade do relato trata de Jesus enviando dois discípulos a uma aldeia próxima para buscar um jumentinho a fim de que Ele montasse ao entrar em Jerusalém. Por que tantos versos são dedicados a essa história?

Podemos dividir a resposta em duas partes: (1) esse evento mostra os poderes proféticos de Jesus, ressaltando a dignidade de Sua chegada e ligando esse evento à vontade de Deus; (2) esse aspecto da história está conectado a Zacarias 9:9 e 10, que fala do Rei entrando em Jerusalém montado num jumentinho. Isso remete à entrada de Salomão em Jerusalém montado em uma mula (1 Reis 1:32-48), quando Adonias tentou usurpar o trono, e Davi ordenou que Salomão fosse imediatamente coroado.

“Quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, o profeta Zacarias predisse [...] a vinda do Rei [...]. Agora, essa profecia se cumpriria. Aquele que por tanto tempo havia recusado honras reais estava indo a Jerusalém como o prometido herdeiro do trono de Davi” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 453).

Jerusalém está localizada em uma região montanhosa, a uma altitude de 740 metros. Na época de Jesus, a sua população talvez fosse de 40 mil a 50 mil habitantes, mas esse número aumentava na Páscoa. A cidade cobria apenas cerca de um quilômetro quadrado, enquanto o monte do templo cobria cerca de 150 metros quadrados. O belo complexo do templo dominava a cidade.

Jesus veio do Leste e desceu o Monte das Oliveiras, talvez entrando pela porta dourada no monte do templo (que atualmente está fechada com tijolos). Muitos ficaram em comoção, notando a relevância da Sua ação. A multidão gritou hosana, que significava “salva-nos agora”, mas que acabou significando “louvado seja Deus!”.

Antes Jesus havia pedido que guardassem segredo, mas agora Ele entraria abertamente em Jerusalém numa ação simbólica ligada à realeza. Foi ao templo, mas sem nada dizer, olhou em volta e foi para Betânia. O que poderia ter sido uma coroação real terminou com uma saída silenciosa. Mas o dia seguinte seria diferente.

Sentar-se em um jumentinho transmite a ideia de humildade. Por que essa é uma característica importante dos cristãos? Diante da cruz, do que devemos nos orgulhar?

Uma árvore amaldiçoada e um templo purificado

Leia Marcos 11:12-26. Qual é o significado dos eventos relatados?

De manhã, vindo de Betânia, a apenas três quilômetros de Jerusalém, Jesus teve fome. Vendo uma figueira com folhas, foi até ela para talvez encontrar alguns frutos precoces. Essa ação não seria considerada roubo, uma vez que, de acordo com a lei do Antigo Testamento, alguém poderia tomar do pomar de um vizinho para saciar a fome (Levítico 19:9; 23:22; Deuteronômio 23:25). Mas Jesus não encontrou nenhum fruto e disse à árvore: “Nunca mais alguém coma dos seus frutos!” (Marcos 11:14). Foi uma ação bastante estranha e atípica para Jesus, mas o que veio depois foi ainda mais marcante.

A próxima cena provavelmente tenha ocorrido no Pátio dos Gentios, onde eram vendidos animais para sacrifícios (uma prática iniciada por Caifás havia pouco tempo). Jesus expulsou os vendedores do pátio para que a adoração silenciosa pudesse continuar. A ação Dele foi uma afronta direta aos responsáveis pelo sistema do templo.

Jesus ligou duas passagens do Antigo Testamento com uma repreensão contundente ao comércio profano. Ele insistiu que o templo deveria ser uma casa de oração para todos os povos (Isaías 56:7), incluindo enfaticamente os gentios. Depois acrescentou que os líderes religiosos tinham feito do templo um covil de ladrões (Jeremias 7:11). Então, no fim daquele dia extraordinário, Jesus deixou a cidade com Seus discípulos (Marcos 11:19).

Na manhã seguinte, voltando para a cidade (veja Marcos 11:20-26), os discípulos ficaram surpresos ao verem que a figueira estava seca desde a raiz. Ao explicar o que havia acontecido, Jesus ensinou sobre oração e perdão. O que tudo isso significa?

Esses dois episódios são a quarta “história em forma de sanduíche” registrada em Marcos (veja lição 3). Nessas histórias, a ironia dramatizada acontece quando personagens paralelos realizam ações opostas ou personagens opostos realizam ações paralelas. Em Marcos 11, a figueira e o templo representam paralelos. Jesus procurou, mas não encontrou frutos no templo – ações opostas. Mas a ironia é que os líderes religiosos e a figueira eram semelhantes – ambos estéreis. A secagem da árvore – assim como a destruição do templo – foi uma manifestação do julgamento divino. Cristo estava explicando a falha espiritual de Israel em produzir frutos. A figueira seca é um símbolo da rejeição de Cristo e do significado dos serviços do templo, que se cumpriram em Cristo.

Que coisas em sua vida você precisa que Jesus purifique? Como isso pode acontecer?

Quem disse que você poderia fazer isso?

Que desafios os líderes apresentaram? Como Jesus reagiu? Marcos 11:27-33.

No dia seguinte à purificação do templo, os líderes confrontaram Jesus no mesmo lugar, perguntando com que autoridade Ele tinha agido no dia anterior. Eles não buscavam a verdade, mas queriam prender Jesus. Se Ele admitisse que Sua autoridade vinha de Deus, eles diriam que um simples carpinteiro não tinha essa autoridade. Entretanto, se dissesse que Sua autoridade era humana, eles O rejeitariam considerando-O um tolo.

Mas Jesus enxergou a armadilha deles e disse que daria a resposta se eles respondessem a uma pergunta: “O batismo de João Batista era de Deus ou dos homens?” Os líderes perceberam que estavam encurralados. Se dissessem que era de Deus, Jesus perguntaria: “Então, por que vocês não acreditaram nele?” Se dissessem que era dos homens, o povo poderia se revoltar. Eles mentiram, dizendo que não sabiam. Isso deu a Jesus a oportunidade de Se recusar a responder à pergunta deles.

Leia Marcos 12:1-12. Em lugar de responder aos líderes, que parábola Jesus contou para adverti-los? Que efeito isso teve?

Jesus contou a parábola da vinha e dos lavradores maus. Essa história tem semelhanças com a parábola da vinha encontrada em Isaías 5, em que Deus apresenta uma acusação contra Israel. Todos reconheceram o paralelo, especialmente os líderes.

A história se desenrolou de forma bastante incomum, pois os lavradores se recusaram a dar qualquer fruto do campo ao proprietário. Em vez disso, eles maltrataram e mataram seus servos. Por fim, o proprietário enviou seu filho amado, a quem esperava que respeitassem. Mas não foi isso que aconteceu. Eles estranhamente raciocinaram que, se matassem o filho, a vinha seria deles. A falta de lógica é impressionante, e o juízo pronunciado sobre eles foi totalmente justificado.

Nessa história, Jesus revelou o destino deles e o rumo que seguiram. Vista assim, a parábola é uma advertência cheia de amor. Não era tarde demais para mudar e evitar o inevitável. Alguns iriam se arrepender, mudar e aceitar Jesus. Outros não.

Deveres terrenos e resultados celestiais

Leia Marcos 12:13-27. O que ocorreu nesses relatos e que verdades Jesus ensinou?

Os líderes estavam tentando apanhar Jesus em algo que pudessem usar para condená-Lo, junto ao governador romano ou ao povo. Nessa controvérsia, a questão foi o pagamento de impostos. Naquela época, recusar-se a pagar impostos poderia ser considerado rebelião contra o governo romano, uma ofensa grave.

Jesus respondeu que eles deviam dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Isso fez com que Ele escapasse da armadilha, mas também ofereceu instruções profundas sobre a responsabilidade do cristão para com o governo. Jesus “declarou que, uma vez que alguém estava vivendo debaixo do poder romano, deveria pagar tributo ao que lhes exigia, mas isso não deveria eximir essa posição a dar o mesmo dever elevado. Mas, embora pacificamente sujeitos às leis da Terra, deviam ser primeiramente leais a Deus” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 480).

A seguir, houve uma controvérsia sobre a ressurreição dos mortos. Os saduceus armaram um grupo formado por sacerdotes que aceitavam como Escritura apenas os cinco livros de Moisés. Eles não acreditavam na ressurreição. O cenário que apresentaram a Jesus era hipotético. Envolvia sete irmãos e uma mulher. De acordo com a lei de Moisés, para manter a propriedade na linhagem familiar, quando um homem morresse sem deixar filhos, o irmão dele deveria se casar com a viúva, e os filhos nascidos dessa união pertenceriam legalmente ao homem morto (Deuteronômio 25:5-10).

Desacreditando da doutrina da ressurreição, os saduceus apontaram para um dilema: na ressurreição, de qual deles ela seria esposa? Jesus rebateu a objeção em duas etapas, referindo-Se às Escrituras e ao poder de Deus: (1) Eles desconhecem o poder de Deus na ressurreição e indução no céu; (2) defendeu a doutrina da ressurreição citando Êxodo 3:1-22, em que o Senhor declara que é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Isso significa que eles serão ressuscitados, pois o Criador é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, que estão, por enquanto, mortos, mas ressurgirão.

Se alguém lhe perguntasse: ‘’Você conhece o poder de Deus?’’, o que você diria?

O maior mandamento

Que pergunta profunda fez o amigável escriba, e que resposta Jesus deu a ele? Marcos 12:28-34.

Até agora no evangelho de Marcos, a maioria dos líderes, com poucas exceções, era hostil a Jesus, especialmente em Jerusalém, onde Ele confrontou a liderança a respeito da adoração no templo – que estava no centro do judaísmo. Assim, o fato de um escriba ouvir as disputas e apreciar as respostas de Jesus mostra uma honestidade e coragem diante da hostilidade prevalecente contra Jesus. Seria mais fácil observar de longe, em vez de se aproximar de Jesus. Mas aqui homem não fez isso.

O escriba foi ao centro da religião ao perguntar qual dos mandamentos é o mais importante. Jesus respondeu com simplicidade e clareza, citando o Shemá, a confissão de fé do judaísmo (Deuteronômio 6:4, 5). O maior mandamento, segundo Jesus, é amar a Deus de todo o coração, alma, entendimento e força – isto é, com a totalidade de quem somos. Jesus deu um bônus ao escriba ao apresentar o segundo mandamento mais importante, citando novamente o Antigo Testamento (Levítico 19:18), que fala sobre amar o próximo como a si mesmo.

Alguns se perguntam como é possível ordenar o amor. O contexto cultural do mandamento em Deuteronômio nos ajuda a entender essa questão. A linguagem vem de tratados da antiguidade realizados entre duas pessoas ou grupos de pessoas. Nesse contexto, o termo “amor” se refere a ser fiel aos requisitos do tratado, cumprindo-os com fidelidade. Assim, embora não exclua o conceito de afeto profundo entre as partes, o amor está muito mais conectado em ações que demonstrem essa lealdade.

O escriba foi honesto, viu a clareza e simplicidade da resposta de Jesus e a confirmou. Podemos imaginar o olhar de descanso e aprovação dos líderes religiosos, uma vez que o escriba honestamente disse que a resposta de Jesus era válida, algo que ninguém mais estava disposto a fazer. Jesus também elogiou o escriba por sua resposta honesta, dizendo que ele não estava longe do Reino de Deus. Mas não estar muito longe do Reino não significa estar dentro dele. O escriba ainda precisava reconhecer quem era Jesus e segui-Lo, isto é, dar mais um passo na jornada da fé.

De que maneira é possível amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos? A cruz seria a chave para isso?

Estudo Adicional

"Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 462-467 ("Um povo condenado"), p. 468-478 ("Purificando o templo outra vez") e p. 479-486 ("Fogo cruzado").

“O ato de Cristo amaldiçoar a árvore que Seu poder havia criado é um aviso para todas as igrejas e todos os cristãos. [...] Alguns que se consideram excelentes cristãos não compreendem o que significa o serviço a Deus. Seus planos e objetivos são agradar a si mesmos. Agem sempre por si próprios. O tempo só tem valor para eles quando conseguem acumular algo para si. Em todos os negócios da vida, é esse seu objetivo. [...] Não se põem em contato com a humanidade.

Aqueles que, dessa forma, vivem para si são como a figueira, cheia de arrogância, mas sem frutos. [...] Honram a lei divina com palavras, mas falham na obediência. Dizem, mas não fazem. Na sentença contra a figueira, Cristo demonstra como é abominável aos Seus olhos um formalismo inútil. Ele diz que o pecador declarado é menos culpado do que aquele que diz servir a Deus, mas não produz fruto para Sua glória” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 465).

Questões para discussão:

 Como aplicar hoje as lições do relato da purificação do templo realizada por Cristo?

 Jesus explicava que elas deviam ser cumpridas. Quão central é a Bíblia para a vida de fé? Por que devemos rejeitar tentativas de diminuir a autoridade das Escrituras e a teoria de que as Escrituras são ideias de pessoas do passado a respeito de Deus?

 Qual é a linha de separação adequada entre a igreja e o Estado? Como o ensino de Jesus em Marcos 12:13-17 nos ajuda a compreender essa questão?

 Busque textos que falem da ressurreição. Por que essa doutrina é tão importante?