O Senhor Ressuscitado

VERSO PARA MEMORIZAR:
"Ele, porém, lhes disse: - Não tenham medo! Vocês procuram Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; Ele ressuscitou, não está aqui; vejam o lugar onde O tinham colocado’’ (Marcos 16:6).

Leituras da semana:
Mar cos 15:42-47; 16:1-20; Colossenses 2:10-12; 1Coríntios 15:1-8; Daniel 9:24-27; João 20:11-18.
A morte de Jesus foi um momento triste para os discípulos. Eles perderam a esperança e a fé, pois além de lidarem com a morte de seu Mestre, também tinham medo de sua própria vida (João capítulo 20, versículo 19).

No capítulo 16 de Marcos, que é o último deste evangelho, vamos estudar o que aconteceu após a morte de Jesus. Primeiro, veremos o momento da ressurreição de Jesus e porque as mulheres foram ao túmulo naquela manhã de domingo. Às vezes, Adventistas evitam falar sobre a manhã da ressurreição, pois a maneira como ela é usada serve para apoiar a santificação do domingo. Mas, em vez disso, vamos descobrir como podemos nos alegrar com a ressurreição que aconteceu no domingo, apesar da falsa teologia que surgiu depois disso.

Em segundo lugar, vamos estudar os primeiros versos de Marcos capítulo 16, conectando o texto com um tema importante da nossa vida.

Em terceiro lugar, durante a semana, vamos examinar o restante do capítulo 16 de Marcos e considerar a missão que este capítulo nos dá. Esse estudo terminará com um desafio para que o leitor de Marcos compartilhe o evangelho pelo mundo todo.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado,28 de Setembro.

Uma igreja construída sobre lixo

Por Andrew McChesney

Purna enfrentou uma tarefa aparentemente impossível. Ele havia se oferecido como voluntário para plantar uma igreja em um distrito não visitado de uma grande cidade do sul da Ásia e não sabia por onde começar. Ele mudou-se para o distrito depois de se voluntariar para servir como pioneiro da Missão Global. Mas como poderia ele partilhar o seu amor por Cristo com os seus vizinhos não-cristãos?

“Deus, por favor, ajude”, ele orou.

Purna rezou durante uma semana, mas ainda não sabia por onde começar. Mas ele sabia de uma coisa. Ele não suportava o fedor na estrada em frente à sua casa. Pilhas de lixo e poças de água suja da chuva misturavam-se na estrada. Certa manhã, ele viu que o lixo havia entupido as calhas e a água suja transbordava para a estrada. Ele decidiu fazer alguma coisa.

Pegando uma longa vara de bambu, ele começou a recolher o lixo das calhas.

Enquanto ele trabalhava, os vizinhos notaram.

“O governo municipal enviou você para limpar a estrada?” alguém perguntou.

Purna respondeu que não havia sido contratado para limpar a estrada e que simplesmente morava nela. Os vizinhos ficaram impressionados. Ninguém nunca havia limpado a estrada antes.

“Você é um bom homem”, disse um vizinho. “Precisamos de você aqui.”

“Nunca saia daqui”, disse outro.

Ao limpar a estrada, Purna tornou-se uma celebridade local. Todo mundo sabia ele e estava falando sobre ele. As pessoas o convidaram para suas casas.

Ao conhecer os vizinhos, ele soube que um homem estava paralisado do lado esquerdo. Purna, que tinha formação em massagem, ofereceu-se para ajudar. O homem concordou e Purna começou a fazer massagens. Cada vez que se encontravam, Purna orava e depois fazia uma massagem. O homem se recuperou totalmente.

Os vizinhos ficaram surpresos ao ver o homem com tão boa saúde.

“Quem curou você?” eles perguntaram.

“Ah, foi o homem bom que limpou a nossa estrada!” o homem respondeu.

Então os vizinhos queriam muito conhecer Purna. Eles começaram a pedir orações e massagens.

Hoje, Purna realizou o aparentemente impossível e plantou uma igreja. Onze pessoas foram batizadas e outras 20 estão estudando a Bíblia. “Por favor, ore para que Deus nos ajude a servi-Lo cada vez mais”, disse Purna. “Ainda hoje estou limpando a estrada. Se vejo lixo preso no ralo, eu limpo.”

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Alegrando-se na ressurreição

Leia Marcos 15:42-47; 16:1-6. O que aconteceu nessa passagem e por que essa história é tão relevante para a narrativa da ressurreição?

Os quatro evangelhos dizem que Jesus morreu no “dia da preparação” (Mateus capítulo 27, versículo 62; Marcos capítulo 15, versículo 42; Lucas capítulo 23, versículo 54; João capítulo 19, versículo 14, 31, 42). A maioria dos estudiosos entende que essa é uma referência ao período que vai do pôr do sol de quinta-feira ao pôr do sol de sexta-feira. Jesus morreu no fim da tarde de sexta-feira e foi sepultado antes do pôr do sol.

No Sábado, o Senhor descansou na sepultura, e os discípulos ficaram tristes (Lucas capítulo 23, versículo 56). Essa era uma declaração clara de que a missão de Jesus tinha terminado, pelo menos na mente dos seguidores, e a obrigação de guardar o Sábado continuava.

No Sábado à noite, as mulheres compraram especiarias e, no domingo de manhã, foram ao túmulo de Jesus e o encontraram vazio (Lucas capítulo 24, versículo 1). Obviamente, Jesus não estava lá!

Já no segundo século depois de Cristo, muitos cristãos viam significado no fato de Jesus ter ressuscitado no domingo. Isso se tornou a base para a santificação desse dia. Mas é isso que o Novo Testamento ensina?

Leia Colossenses 2:10-12. Segundo o NT, qual é o memorial da ressurreição de Jesus?

Não há sequer um verso na Bíblia sugerindo a santificação do domingo como memorial da ressurreição. Esse memorial é o batismo: “Fomos sepultados com Ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida” (Romanos capítulo 6, versículo 4).

Apesar da teologia que evoluiu a respeito do domingo, devemos nos alegrar na ressurreição de Jesus ocorrida nesse dia. Por Sua morte e ressurreição, Ele triunfou sobre a morte, e, em Sua ressurreição, obtemos a certeza de nossa própria ressurreição.

’’Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que segundo a Sua grande misericórdia, nos regenerou para una viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo’’ (1Pedro 1:3). Como ter essa certeza de Pedro sobre a ressurreição de Cristo?

Pedra removida

Leia Marcos 16:1-8; 1Coríntios 15:1-8.

A história da ressurreição é mencionada em cada um dos evangelhos. Cada escritor apresenta a história de uma perspectiva diferente, mas todos contêm os elementos centrais mencionados também em 1 Coríntios capítulo 15, versículo 1 a 8.

Quatro ideias ocorrem várias vezes: Jesus (1) morreu, (2) foi sepultado, (3) ressuscitou e (4) foi visto vivo. Marcos se refere a uma reunião que aconteceria na Galileia e acrescenta: “Lá vocês O verão” (Marcos capítulo 16, versículo 7; Mateus capítulo 28, versículo 7, 10; João capítulo 20, versículo 21).

Algumas pessoas acham absurdo que os cristãos acreditem em um Senhor ressuscitado. Mas a evidência da Sua ressurreição é bastante sólida e racional.

Primeiro, basta crer que Deus é o Criador (Gênesis capítulo 1, versículo 2). A partir daí, a ideia de um milagre como a ressurreição se torna plausível. O Deus que criou o Universo, e depois a vida na Terra, teria o poder, se quisesse, de ressuscitar Jesus. Naturalmente, a existência de Deus não torna a ressurreição de Jesus inevitável, mas apenas possível.

Segundo, a tumba ficou vazia. Os historiadores ateus aceitam esse fato. Se não estivesse vazia, a alegação de que Jesus ressuscitara teria sido rejeitada desde o início, pois a presença de Seu corpo no local destruiria a afirmação de que Ele tinha ressuscitado.

A explicação de que os discípulos roubaram o Seu corpo não é verdadeira. Os discípulos não poderiam ter passado pelos guardas. E mesmo que tivessem feito isso e conseguido o corpo, por que não foram presos por roubá-lo? A resposta é que os líderes religiosos sabiam que os discípulos não tinham feito isso.

Muitos viram o Cristo ressuscitado. Alguns, inclusive os discípulos, inicialmente não creram. Paulo, um inimigo da fé cristã, não apenas afirmou ter visto o Senhor ressuscitado, mas essa experiência mudou a sua vida de maneira radical.

Finalmente, como explicar o surgimento da igreja cristã, fundada por pessoas que alegaram ter visto o Senhor ressuscitado? Por que essas pessoas morreriam pelo que sabiam ser mentira? O testemunho delas, logo após a ressurreição de Jesus

(Atos 3:15), e algumas décadas mais tarde (1 Pedro capítulo 1, versículo 3), traz evidências da ressurreição.

‘’Quais são as evidências da ressurreição de Cristo?’’ Qual seria a sua resposta?

Mulheres junto ao túmulo

“As mulheres que estavam ao pé da cruz de Cristo esperaram, atentas, que passassem as horas de Sábado. [...] Não pensavam em Sua ressurreição. O sol de suas esperanças havia desaparecido e tornara-se noite em seu coração. [...] Relembravam entre si as obras de misericórdia realizadas por Cristo, bem como Suas palavras de conforto. Entretanto, não se lembravam destas outras palavras: ‘Eu os verei outra vez’” (João capítulo 16, versículo 22, Nova Versão Internacional; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [Casa Publicadora Brasileira, 2021], p. 633).

O que aconteceu e como as mulheres reagiram inicialmente? Marcos 16:1-8.

mandamentos. Desde o início, o Evangelho de Marcos declara que Jesus é o Messias. Mas a primeira pessoa não endemoninhada que proclamou que Ele era o Messias foi Pedro, em Marcos capítulo 8, versículo 29. Essa profissão de fé só acontece na metade do livro!

Em Marcos, Jesus dizia às pessoas que ficassem em silêncio sobre quem Ele era ou sobre as curas que Ele tinha feito, como ocorreu no caso da cura do leproso e da ressurreição da filha de Jairo (Marcos capítulo 1, versículo 44; capítulo 5, versículo 43). Ele disse a um grupo que não dissesse a ninguém sobre a cura de um homem surdo e mudo (Marcos capítulo 7, versículo 36). E ordenou aos Seus discípulos que não contassem às pessoas que Ele era o Messias (Marcos capítulo 8, versículo 30; capítulo 9, versículo 9). Sem dúvida, a principal razão pela qual Jesus fazia esse pedido era ter o tempo necessário para concluir Seu ministério, de acordo com a profecia de Daniel capítulo 9, versículos 24 a 27.

Agora, nessa cena, mesmo depois de terem sido informadas da ressurreição de Jesus, as mulheres, tomadas de maravilhas, fugiram do túmulo e, pelo menos no início, não falaram sobre o que tinha acontecido.

O silêncio, porém, não durou muito. Quando chegamos ao fim do livro de Marcos, o que lemos? “E eles foram e pregaram por toda parte, e o Senhor cooperava com eles e confirmava a palavra por meio de sinais, que se seguiam” (Marcos capítulo 16, versículo 20).

Assim, o Evangelho de Marcos é sobre Jesus e sobre quem Ele era e o que Ele fazia. O livro termina com Jesus ressurreto pregando “por toda parte”.

Por que não devemos ficar calados sobre Jesus e o que Ele fez? A quem você pode contar hoje sobre Jesus e o plano da salvação?

Aparecendo a Maria e a outros

O que o texto de Marcos 16:9-20 acrescenta à história da ressurreição?

Quase todo o relato de Marcos capítulo 16, versículos 9 a 20 tem paralelos com outras passagens do Novo Testamento: Maria Madalena vê Jesus no túmulo (Mateus capítulo 28, versículos 1, 9, 10; João capítulo 20, versículos 11 a 18; Lucas capítulo 8, versículo 2); dois homens O veem no campo (Lucas capítulo 24, versículos 13 a 35); os onze discípulos são designados a pregar (Mateus capítulo 28, versículos 16 a 20; Lucas capítulo 24, versículos 36 a 49; João capítulo 20, versículos 19 a 23).

A primeira pessoa a ver Jesus vivo foi Maria Madalena (João capítulo 20, versículos 11 a 18). Outras mulheres também O viram (Mateus capítulo 28, versículos 8 a 10). É significativo que as primeiras pessoas a verem o Senhor ressuscitado foram mulheres. Como no mundo antigo as mulheres não tinham posição elevada como testemunhas, se essa história fosse inventada, homens teriam sido apontados como as primeiras testemunhas. Mas não foram homens, nem sequer os onze discípulos, mas uma mulher. Ela contou a boa notícia aos discípulos, mas, como era de se esperar, eles não acreditaram no seu testemunho, provavelmente porque parecia fantástico e, também, infelizmente, porque Maria era uma mulher.

Os apologistas destacam o fato de que as mulheres foram as primeiras a ver Jesus como evidência da veracidade da história da Sua ressurreição.

Leia Marcos 16:14. O que seria estranho se o relato da ressurreição de Jesus fosse inventado? Marcos 16:14.

Se os seguidores de Jesus tivessem inventado a história da ressurreição por que iriam representando os discípulos dessa forma? Jesus os repreendeu por sua “dureza de coração” (Marcos capítulo 16, versículo 14). Desde a prisão de Jesus até Suas aparições após a ressurreição, os evangelhos retratam Seus seguidores de maneira negativa: fugindo, negando e duvidando. Isso não faria sentido se a história fosse inventada.

Entretanto, a proclamação posterior, ousada e inabalável, de Cristo ressuscitado, e a esperança que ele oferece, são evidências da veracidade de suas afirmações.

Como evitar a armadilha da incredulidade? Por que devemos nos ligar ao Cristo vivo?

Vão por todo o mundo

Leia Marcos 16:14-20? O que significam para nós as palavras de Jesus em Marcos 16:14-20?

As primeiras palavras de Jesus aos discípulos são registradas em citação indireta (Marcos capítulo 16, versículo 14). A questão da incredulidade não é um problema novo. Os primeiros discípulos de Jesus se debatiam com dúvidas (Mateus capítulo 28, versículo 17; João capítulo 20, versículos 24 a 29), mesmo que tenham se relacionado com Jesus em carne e osso e visto, várias vezes, Seus milagres.

Jesus demonstrou-lhes a realidade de Sua ressurreição. O testemunho deles, combinado com as evidências (ver lição de segunda-feira), fundamenta nossa fé.

O Senhor então designou os discípulos para levarem o evangelho ao mundo inteiro, a todas as criaturas. Jesus explicou os resultados positivos e negativos do trabalho deles: os que cressem seriam salvos, e os que não cressem seriam condenados.

Jesus também descreveu sinais que acompanhariam o trabalho dos discípulos: expulsar demônios, falar novas línguas, ser protegidos de perigos e curar os enfermos. Alguns interpretam Marcos capítulo 16, versículo 18 de modo equivocado, como se fosse uma ordem para que os cristãos demonstrassem fé segurando cobras venenosas. Mas esse texto não autoriza ações presunçosas. O que Jesus prometeu foi que, quando alguém estivesse envolvido em missão, seria protegido, como ocorreu com Paulo em Atos capítulo 28, versículo 3 a 6.

A Bíblia não ensina que os cristãos sempre serão protegidos do mal. Às vezes, Deus acha adequado operar um milagre para promover a causa do evangelho. Mas, às vezes, os cristãos sofrem por causa do seu testemunho. Nessas circunstâncias, a perseverança e a paciência são outras formas de demonstrar o poder da fé.

Depois de falar com os discípulos, Jesus “foi recebido no Céu e sentou-Se à direita de Deus” (Marcos capítulo 16, versículo 19), o lugar de poder supremo, pois havia derrotado o mal.

Os discípulos iam “por toda parte” pregando o evangelho, mas não iam sozinhos, pois o Senhor cooperava “com eles”, confirmando a palavra com sinais que a acompanhavam (Marcos capítulo 16, versículo 20). Jesus demonstra que, naquela época e principalmente agora, a missão continua. O trabalho deles e nosso é fundamental.

‘’E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos’’ (Mateus 28:20). Que conforto temos nessa promessa enquanto proclamamos o evangelho ‘’por toda a parte’’?

Estudo Adicional

Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, páginas 627-632 (“Sepultura vazia”), e páginas 656-666 (“A grande comissão”).

“Para aquele que crê, Cristo é a ressurreição e a vida. Em nosso Salvador, a vida que se perdeu por causa do pecado é restaurada, pois Jesus possui vida em Si mesmo, para concedê-la a quem Ele quiser. Está investido do direito de conceder a imortalidade. A vida que Ele entregou sobre o homem, reassumiu e concedeu à humanidade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [Casa Publicadora Brasileira, 2021], p. 632).

Historiadores ateus, que não aceitam a ressurreição, admitem que Jesus morreu e que, depois de Sua morte, muitos afirmaram ter visto o Cristo ressuscitado e, como resultado disso, deram início ao núcleo do que se tornaria a igreja cristã. Alguns, na tentativa de explicar por que os discípulos afirmavam isso, argumentam que Jesus tinha um irmão gêmeo ou que os primeiros discípulos tiveram alucinações, pensando que viam Jesus. Outros concluem que Jesus não morreu realmente, mas apenas desmaiou e, mais tarde, reviveu. Um autor chegou a afirmar que extraterrestres desceram e levaram o corpo de Jesus. Para uma análise desses argumentos, veja Clifford Goldstein, Risen: Finding Hope in the Empty Tomb [Nampa, ID: Pacific Press, 2021]; David Marshall, “Jesus realmente ressuscitou?”, em A Lógica da Fé: Respostas Inteligentes Para Perguntas Difíceis Sobre Nossas Crenças [Casa Publicadora Brasileira, 2014, p. 73-81].

Questões para discussão:

 Por que os discípulos mentiriam sobre a ressurreição de Jesus, sendo que foram odiados por causa de sua crença? O que eles teriam ganhado inventando essa história?

 Que evidências da ressurreição de Jesus é mais convincente para você?

 Segundo Paulo, que esperança a ressurreição de Jesus oferece (1Crônicas 15).