A Guerra por trás de todas as guerras

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Então estourou a guerra no Céu. Miguel e os Seus anjos lutaram contra o dragão. Também o dragão e os seus anjos lutaram, mas não conseguiram sair vitoriosos e não havia mais lugar para eles no Céu” (Apocalipse 12: 7, 8).

Leituras da semana:
“Apocalipse 12:7–9; Ezequiel 28:12–15; Isaías 14:12–14; Genesis 3:15; João 17:24–26.
Se Deus é a fonte de toda bondade, como explicar a maldade que permeia o nosso mundo? Qual a razão de tantas desgraças, inclusive com aqueles que são bons? Nesta lição, vamos explorar essas questões ao investigar a longa batalha entre forças opostas: o bem e o mal, começando com a rebelião celestial que deflagrou a desordem terrena.

É amplamente reconhecido que Deus é amor (1 João 4:7,8), um amor que não conhece limites ou condições (Jeremias 31:3). O amor de Deus é genuíno, não se pode manipular nem é imposto como uma obrigação. Ellen G. White escreveu: “O amor gera amor” (O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 11).

Resistir a este princípio é comprometer a liberdade que é essencial para amar e, por extensão, para a verdadeira felicidade. Deus nos convida a escolher livremente a aliança de amor com Ele, entendendo que o amor divino é a chave para resolver o grande embate entre luz e trevas. Através desse amor, somos assegurados de que, no final, a justiça prevalecerá sobre a iniquidade, e a paz eterna reinará no Universo.

Essa análise é extraída da reflexão sobre os capítulos 29 e 30 do livro O Grande Conflito.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 06 de Abril.

Vulcão, Incêndios e COVID-19da Missão

O missionário cubano Misael Delgado Rodríguez enfrentou um grande desafio em seu primeiro Sábado nas Ilhas Canárias. Apenas cinco pessoas vieram para o culto.

Misael mergulhou no trabalho de alcance missionário, visitando ex-membros da igreja e outros na ilha de La Palma. Um mês depois, ele se alegrou com um primeiro batismo.

Mas então a COVID-19 suspendeu os esforços de evangelização, e seus problemas pareceram se multiplicar. Um incêndio irrompeu no norte da ilha, deixando alguns membros sem casas. Depois, um incêndio eclodiu no sul. Em seguida, um vulcão entrou em erupção por 85 dias, deixando os ilhéus lutando com terremotos, gás tóxico e cinzas.

Duas famílias da igreja perderam tudo.

No meio das tempestades, algo incrível aconteceu. A fé floresceu. Três anos após a chegada de Misael, 45 pessoas estavam regularmente adorando no Sábado.

Além disso, sete pessoas foram batizadas, cinco estavam se preparando para o batismo e 15 estavam fazendo estudos bíblicos. O que aconteceu?

Misael disse que a oração intercessória foi a chave. “Oramos todos os dias às 7h, 14h e 21h”, disse ele. “Cada membro ora por cinco pessoas.”

Cada departamento da igreja também adotou o evangelismo prático. Um projeto, uma iniciativa da Conferência das Igrejas da União Espanhola, viu membros da igreja ligando para contatos por telefone e oferecendo o livro Caminho a Cristo de Ellen White e estudos bíblicos relacionados. Outros projetos incluíam cursos educacionais na página do Facebook da igreja voltados para as necessidades das famílias, jovens e crianças

; evangelismo musical em que jovens Adventistas realizavam mini-concertos na rua ou durante visitas aos doentes e necessitados; um programa com a ADRA no qual os membros distribuíam cartões que podiam ser apresentados por alimentos em supermercados; apresentações de saúde; estudos bíblicos; e a distribuição de O Desejado de Todas as Nações e outros livros. Em feriados, como o Dia das Mães, os membros da igreja colocavam um cartão especial dentro de cada livro.

A igreja também abriu uma escola de discipulado onde leigos podiam aprender a evangelizar, e quatro pequenos grupos se reuniam regularmente em casas.

O evangelismo de amizade se mostrou muito bem-sucedido, disse Misael. Enquanto o vulcão estava em erupção, os membros da igreja passaram dois meses distribuindo máscaras e literatura com informações de saúde relacionadas a vulcões. “Assim, a igreja se tornou bem conhecida”, disse Misael. De fato, muitas das 15 pessoas que faziam estudos bíblicos perderam tudo no vulcão, e elas reconheceram que a crise as levou a Deus, disse ele. “Caso contrário, elas não teriam se interessado em aprender sobre Deus”, disse ele.

Misael olha para trás, para sua experiência nas Ilhas Canárias, com alegria. “O começo foi muito difícil”, disse ele. “Passamos por muita coisa. Mas os resultados são muito satisfatórios. Vimos como Deus nos abençoou.”

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Guerra no Céu

Leia Apocalipse 12:7-9. O que essa passagem revela sobre a liberdade existente no Céu e a origem do mal? Quando Lúcifer se rebelou, de que maneira Deus poderia ter reagido?

No livro de Apocalipse, é relatada uma batalha espiritual onde forças celestiais, sob a liderança de Miguel, confrontam-se com Lúcifer e seus seguidores, resultando na expulsão destes do reino celestial. Este episódio intrigante desafia a compreensão da existência de um motim em um lugar de pura santidade. Como tal desordem surgiu em meio à perfeição? O Criador, em sua essência amorosa, deu origem a um ser que escolheu a iniquidade. A imperfeição não residia na criação, mas na escolha. As escrituras revelam a raiz do mal.

Compare Ezequiel 28:12-15 com Isaías 14:12-14. O que passou na mente desse ser angelical chamado Lúcifer que o levou à rebelião?

De acordo com as Sagradas Escrituras, Deus não originou uma entidade maligna. Ao invés, Ele formou uma criatura radiante, Lúcifer, imbuída de perfeição e harmonia. A liberdade, um dos alicerces do reinado de Deus, foi concedida até aos mais altos seres, permitindo-lhes escolher a submissão ou a subversão. Desconcertantemente, o orgulho e a inveja brotaram no coração de Lúcifer, sem justificativa aparente para tal corrupção no Éden celestial.

Lúcifer, obra das mãos divinas, voltou-se contra a adoração devida ao Criador. A ambição o levou a contestar a autoridade soberana e a ordem estabelecida, resultando em um levante no paraíso.

Embora a queda de Lúcifer fosse um evento catastrófico, não estava ao alcance de Deus anular o livre arbítrio concedido aos seres celestiais, mesmo ante a possibilidade de desastre. “A corte celeste manteve que a estatura e a honradez de Deus permaneceriam intocadas, e que o sistema baseado no amor seria suficiente para preservar a paz e a felicidade no Céu. Contudo, o desafio imposto por Lúcifer testou a paciência divina, evidenciando a firmeza dos que se mantiveram fiéis” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 414).

Quais ensinamentos podemos extrair a respeito da conduta de Deus frente à existência do mal?

O que você espera de Deus? Como aprendemos a esperar com fé e confiança, especialmente quando aquilo pelo que estamos orando ainda não chegou?

Lúcifer engana, Cristo prevalece

O ressentimento de Satanás cresceu e eclodiu em um ato de rebelião evidente. Ele difamou Deus, imputando-lhe deslealdade e desonestidade, semeando dúvidas e acusações entre os celestiais.

O que Apocalipse 12:4 nos diz sobre o poder de persuasão de Satanás para seduzir? Qual número de anjos foi levado ao erro por suas falácias sobre Deus?

Diante do levante no Céu, os anjos enfrentaram um dilema crucial: deveriam seguir Cristo ou ceder à manipulação de Lúcifer? Qual era a essência do confronto? Não temos todos os detalhes, mas entendemos que foi um embate que forçou Satanás e seus seguidores a serem banidos do Céu, pois não restou "lugar para eles" (Apocalipse 12:8, 9). A contenda certamente envolveu algo além do espiritual.

Podemos asseverar sobre o conflito celestial: cada anjo teve que tomar uma posição a favor ou contra Cristo. A decisão de Lúcifer e seus apoiadores foi contrapor-se à autoridade de Cristo. Já os anjos fiéis elegeram a obediência e a conformidade aos ditames de Cristo.

Leia Gênesis 2:15-17; Êxodo 32:26; Josué 24:15; 1 Reis 18:20, 21 e Apocalipse 22:17. Que lição central sobre o grande conflito é ensinada nestes versículos?

Na criação dos seres humanos, Deus dotou-nos da capacidade de pensar e escolher, diferenciando-nos de outras formas de vida. Temos a possibilidade de realizar escolhas morais. Não fomos feitos para agir por instinto; fomos criados à imagem de Deus, com a liberdade de escolher e aderir a princípios espirituais inabaláveis. Desde a revolta de Lúcifer no Céu até o erro humano, Deus tem chamado seu povo para escolher o Seu amor e a Sua lei, como resposta ao Seu chamado amoroso.

Quais ensinamentos extraímos da rebelião no Céu que são pertinentes à nossa própria luta contra o mal? Se até os anjos perfeitos foram iludidos por Satanás, como podemos nos assegurar de não sermos enganados?

O Planeta Terra se envolve

Deus formou a Terra em sua condição ideal, conforme descrito nas Escrituras, onde Ele "viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom" (Gênesis 1:31). Não existia falha ou corrupção alguma. A Adão e a Eva, Deus concedeu a mesma liberdade de escolha que Ele havia oferecido a Lúcifer. Ele não desejava servos automatizados na Terra, como também não os queria no Céu.

Deus colocou uma árvore no meio do jardim e a denominou a árvore do conhecimento do bem e do mal, e fez questão de comunicar a Adão e a Eva sobre a sua existência, pois era vital que estivessem cientes de sua capacidade de escolher. Diante da árvore, uma vez que Eva pausou para refletir, a serpente a engajou em diálogo e proferiu: "É certo que não morrerás. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes, os olhos de vós se abrirão e, sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal" (Gênesis 3:4, 5).

Em outras palavras, "Se tu comeres do fruto, conhecerás dimensões nunca antes percebidas". Com isso, Eva e, depois, Adão fizeram suas escolhas, transgredindo o limite estabelecido por Deus, um ato que trouxe sofrimento e alteração na ordem criada.

Leia Gênesis 3:1-3; Romanos 3:23; 5:12. Qual a relação entre esses trechos? Discuta os principais impactos do pecado que afetam a humanidade.

Na essência, o pecado é uma insurgência contra Deus. Ele nos distancia do Criador. Visto que Deus é a fonte da existência, a separação d'Ele resulta em morte. O desvio também resulta em preocupação, ansiedade, doenças e enfermidades.

O sofrimento que vemos no mundo é, em grande medida, decorrência de habitar em um planeta que está deteriorado pelo pecado. Isso não quer dizer que todo sofrimento ou enfermidade é resultado direto do pecado, mas que vivemos em um ambiente comprometido pelo pecado.

Leia Gênesis 3:15; Levítico 5:5, 6; João 1:29. Que promessas Deus fez a Adão e a Eva após o pecado e o que Deus realizou no Éden que sinalizava para uma resolução futura do dilema do pecado?

O amor encontra um caminho

Quando Adão e Eva transgrediram os mandamentos divinos, Deus lhes advertiu que enfrentariam aflição e dor como consequência. Perguntou-se se o desespero seria o final de tudo para eles. Foi neste contexto que Deus anunciou a promessa que consta em Gênesis capítulo 3, versículo 15. Deus voltou-se diretamente para a serpente, representação de Satanás, e proferiu: "Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela.

Ele lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar". Mesmo que naquele momento Adão e Eva talvez não compreendessem integralmente o significado dessa profecia, havia um vislumbre de esperança: através da descendência da mulher, a redenção estava a caminho.

O descendente mencionado é Jesus Cristo, conforme revelado em João 3:16. No ato da crucificação, Satanás feriu o calcanhar de Jesus, mas em retorno, Jesus esmagou a cabeça de Satanás, assegurando que o portal para a aflição e a morte que haviam sido abertos por Adão e Eva eventualmente seriam selados.

Leia Hebreus capítulo 2:9; Gálatas 3:13; 2 Coríntios 5:21. O que esses versículos nos dizem sobre a imensidão do sacrifício de Cristo na cruz?

Já refletiu sobre se Deus tem amor por você? Contemple a cruz, os espinhos, os cravos, as marcas de sua paixão. Cada gota de sangue que Cristo derramou no Gólgota ecoa uma afirmação: "Eu te amo. Desejo que estejas Comigo na eternidade. Erraste, mas Eu ofereci redenção, paguei o preço pela tua salvação". Não é necessário questionar se és amado. Basta olhar para a cruz.

Nas Escrituras, lemos que Jesus, ao encarnar-se como humano, não foi poupado do sofrimento, enganos e tentações humanas. Ele viveu entre nós como um que enfrentou e venceu as provações e ardis de Satanás, inclusive as forças e as autoridades espirituais do mal. Por toda a dor e sofrimento que carregou na cruz, nos deu um exemplo vivo de triunfo.

Considere isso: Jesus, aquele que moldou o universo, conforme descreve João 1:3, fez a escolha deliberada de se humilhar, vindo ao nosso mundo não para julgamento, mas para resgate. Ele escolheu sofrer porque nos amou. Qual outra razão explicaria tamanho sacrifício, senão um amor imensurável e uma esperança resiliente que nos é oferecida?

Como Cristo enfrentou as acusações de Satanás na cruz? Diante do conflito entre o bem e o mal, qual foi o impacto de sua morte na história da salvação?

Nosso Sumo Sacerdote

O que Jesus Cristo fez por nós no calvário? Ele possibilitou também a intercessão por nós no Céu. Nosso Senhor ressuscitado é nosso grande Sumo Sacerdote, que provê tudo o que precisamos para ser salvos e viver no reino de Deus para sempre.

Leia Hebreus 4:15, 16; Hebreus 7:25. Como essas passagens nos dão segurança em um mundo de tentação, sofrimento, doença e morte?

Sabemos que Ele “foi tentado em todas as coisas, conforme nós, mas sem pecado” (Hebreus 4:15). Ele nos diz: “Aproximemo-nos, portanto, com confiança ao trono da graça, a fim de que recebamos misericórdia e encontremos graça para socorro em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).

Jesus Cristo nos entende e diante do Universo, revestido de Sua justiça, salvos por Sua morte e redimidos por Seu sangue. Tudo o que devíamos em termos de penalidades pelo pecado e as correntes que nos prendiam foram quebradas. As amarras que nos mantinham presos estão desfeitas e somos livres.

Leia João 17:24-26. Qual é o desejo de Cristo no grande conflito?

Ao completar o supremo sacrifício, Jesus Cristo ascendeu aos Céus, recusando a adoração dos anjos até que fosse apresentada a petição: “Quero que onde Eu estou, também estejam Comigo aqueles que Me deste” (João 17:24). Portanto, vem a promessa do Pai: “Que todos os anjos de Deus O adorem” (Hebreus 1:6). Nenhuma sombra de pecado poderia manchar a integridade de Jesus Cristo.

Agora, com um nome acima de todo nome, o término de Sua humilhação completa-se em glória eterna. Acima de tudo, Jesus Cristo deseja que estejamos com Ele no Céu. Seu desejo, o motivo de Sua morte e intercessão, é nossa salvação. Sua vontade é responder às nossas necessidades. Ele é o alento onde há desespero, é o consolo onde há luto, é a paz onde há conflito, é o perdão onde há culpa. Ele é a força na fraqueza.

Por que Jesus Cristo Se sacrificou por nós? O que nos torna tão valiosos para Ele?

Estudo Adicional:

"Com a expulsão de Satanás do Céu, Deus afirmou Sua retidão e preservou a dignidade do Seu trono. Contudo, quando a humanidade pecou, entregando-se aos enganos desse ser caído, Deus providenciou uma demonstração do Seu amor, enviando Seu Filho unigênito para morrer pela humanidade corrompida.

No ato da expiação, a justiça e o amor divinos foram revelados. O triunfo da cruz estabeleceu claramente a todos os seres do Universo que a decisão pecaminosa tomada por Lúcifer foi somente dele" (Ellen G. White, O Grande Conflito, páginas 418 e 419).

"A crucificação, ao mesmo tempo que afirmou que as leis divinas são inalteráveis, anunciou para toda a criação que 'o salário do pecado é a morte' (Romanos 6:23). E nas últimas palavras de alento do Salvador – 'Está consumado!' (João 19:30) – ecoou o fim do domínio de Satanás.

Assim, decidiu-se o grande conflito que era travado há eras. O Filho de Deus atravessou o véu da morte, desfazendo a autoridade daquele que detinha 'o poder da morte, isto é, o diabo'" (Hebreus 2:14; O Grande Conflito, página 421).

Questões para discussão:

 Se Deus sabia que Lúcifer pecaria, por que lhe deu o poder de escolha? Quando surgiu o mal, por que Deus não o aniquilou? Qual reação o Universo santo teria se Deus eliminasse Lúcifer de imediato? O conceito do interesse universal no plano da salvação (1 Pedro 1:12; Apocalipse 5:13; 16:7) é importante para entender o grande conflito?

 Que razões houve para a morte de Cristo? Foi para revelar o caráter de Deus? Foi para pagar o preço do resgate pelo pecado? Nesse caso, a quem o resgate foi pago? Compartilhe seus pensamentos e justifique-os pela Bíblia.

 O que significa a expressão “o grande conflito”? Discuta os vários aspectos do grande conflito e como a lição desta semana se aplica á sua vida

 Que textos bíblicos falam sobre o grande conflito? (Jó 1; 2; Efésios 6:12).

 Em que aspecto a compreensão dos Adventistas sobre o grande conflito é singular em comparação com as demais denominações cristãs? O que os diferencia?